Réu Confesso ganha releitura em homenagem a Tim Maia, que partiu há 20 anos

Mario Ghanna usa guitarra havaiana, violão e tamborim para celebrar Tim

15 de março de 1998, entrou para a história da música com a partida de uma das maiores vozes da Música Popular Brasileira, Sebatsião Rodrigues Maia, o grande Tim Maia. Ele morreu de parada cardíaca causada por infecção generalizada, aos 55 anos. Nascido no dia 28 de setembro de 1948, no Rio de Janeiro, ele cresceu sob a influência das músicas de Billl Halley, Elvis Presley, Little Richard e Jerry Lee Lewis, nos anos 50.

Em 1957, fazia parte do grupo Os Sputniks, que contava com Roberto e Erasmo Carlos. Dois anos depois, foi para os Estados Unidos, onde estudou inglês e teve contato com a soul music. Seu primeiro compacto foi gravado em 1970, na Philips, com a música “Primavera”, seu primeiro sucesso. A partir daí, sua fama só cresceu e várias de suas músicas tornaram-se clássicos como “Azul da cor do mar”, “Chocolate”, “Não quero dinheiro”, “Gostava tanto de você”, “Descobridor dos Sete Mares” e “Me dê motivo”.

Na versão de Mario Ghanna, ‘Réu Confesso’ ganha arranjo em guitarra havaiana e o cantor é acompanhado por Menderson Madruga, no violão, e Marcinho Moreira, no tamborim. A versão apresenta um toque todo intimista e mais ‘blueseiro’ da canção. “Tim Maia era um dos caras mais musicais do Brasil. Temperamental, mas, quando cantava, envolvia a todos com a sua voz potente e rouca. Inspiração total. Salve Tim”, afirma Mario.

Ghanna manteve a originalidade e essência da música mas mostrou sua musicalidade, suas inspirações de blues, jazz e música brasileira. Substituiu os arranjos de metais por um solo em guitarra havaiana e deu um novo charme à canção.

Ouça Réu Confesso : https://goo.gl/pHR166

www.marioghanna.com.br 

 

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